
Arthur Luiz Piza
São Paulo, 1928 – Paris, 2017
Gravura em relevo — a chapa escavada a goiva e martelo.
Estudou pintura com Antônio Gomide em São Paulo e, a partir de 1953, gravura com Johnny Friedlaender em Paris, onde se fixou. Dedicou-se em seguida à aquarela e à colagem, e acabou por transformar a chapa de metal em relevo: uma superfície escavada a goiva e martelo, que o papel recebe como marca física.
Obras 1

Imagens

Biografia
- Base
- Brasil e França
- Meios
- Gravura, relevo, aquarela
- Geração
- Moderno
Estudou pintura com Antônio Gomide em São Paulo e, a partir de 1953, gravura com Johnny Friedlaender em Paris, onde se fixou. Dedicou-se em seguida à aquarela e à colagem, e acabou por transformar a chapa de metal em relevo: uma superfície escavada a goiva e martelo, que o papel recebe como marca física.
“Gravar para mim é rasgar, cortar, desarraigar uma superfície que resiste. E quanto mais resiste, mais decisiva será a marca deixada”, escreveu. “Cada golpe de goiva é definitivo como o som de um instrumento.”
Participou várias vezes da Bienal de São Paulo, com premiações, do Salão de Maio e da Bienal de Paris, e esteve na Bienal de Veneza em 1966. Expôs em Nova York, Paris e, no Brasil, no Instituto Moreira Salles.
Gravar para mim é rasgar, cortar, desarraigar uma superfície que resiste. E quanto mais resiste, mais decisiva será a marca deixada. Cada golpe de goiva é definitivo como o som de um instrumento.
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