
Paulo Torres
Volta Redonda, RJ, 1972
Pintura com fragmentos arrancados da cidade.
Formado pela Escola de Belas Artes da UFMG, Paulo Torres cola telas nas ruas, viadutos, muros e calçadas de Belo Horizonte, arrancando da cidade a própria epiderme. Com esses fragmentos constrói paisagens que reinterpretam o horizonte escondido sob o mar de concreto e asfalto.
Obras 1

Biografia
- Base
- Belo Horizonte, Minas Gerais
- Meios
- Pintura, têmpera acrílica, fragmentos urbanos
- Geração
- Contemporâneo
Formado pela Escola de Belas Artes da UFMG, Paulo Torres cola telas nas ruas, viadutos, muros e calçadas de Belo Horizonte, arrancando da cidade a própria epiderme. Com esses fragmentos constrói paisagens que reinterpretam o horizonte escondido sob o mar de concreto e asfalto.
A pintura nasce da terra e do concreto, dos pigmentos que o tempo deposita na cidade; a geometria vem das linhas, ângulos e superfícies urbanas. Ganhou o primeiro prêmio em 1994, ainda na universidade, e expôs na SP-Arte, na Bienal do Ibirapuera (2006–2008) e na Feira Internacional de Arte Contemporânea de Buenos Aires (2008).
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